Guanandi
Veja matéria exibida pelo Globo Rural sobre o Guanandi e seu ótimo retorno de investimento. Clique Aqui
A Ecomuda, é principalmente focada no Guanandi. Árvore excelente para produção de móveis, tábuas, ripas e para estruturas na construção civil, o Guanandi tem se mostrado como o substituto natural do Mogno, que teve sua extração proibida.
Por se tratar de árvore nativa do Brasil, e aparecer do sul do Brasil, até o México, o Guanandi se desenvolve muito bem em qualquer parte do Brasil, podendo ser utilizado inclusive, juntamente do pasto, para diversificação dos investimentos, uma vez que, ao contrário do Eucalipto, o Guanandi permite que cresça pasto, ou outra cultura consorciada (café, frutíferas, etc).
Muito se ouve falar a respeito do Guanandi, mas nada de valores exatos e vendas já realizadas de tábuas. Por que?
Porque o Guanandi, tem sua primeira plantação comercial registrada há 9 anos, e por isso ainda não temos árvores prontas para venda. Baseado no preço de outras madeiras semelhantes, como Teca, Mogno, Itauba, etc, fizemos uma planília para mostrar porque investir seu dinheiro no Guanandi pode ser tão bom. Esqueça BOVESPA, Dólar, especulações. Seu dinheiro estará guardado em árvores, que é um (perdão do trocadilho) investimento sólido.
Vamos dar todas as coordenadas para que você tenha segurança em fazer sua plantação. Existem seguros, específicos para plantações desse tipo, onde há uma garantia em caso de fogo ou furto das árvores.
Veja a tabela com dados de rentabilidade do Guanandi.

Mercado
O mercado de madeira em nível global só tem crescido. Por essa razão, investir nesse segmento é mais do que indicado para quem deseja obter altas taxas de retorno. Nos Estados Unidos, por exemplo, enquanto a Dow Jones registrou um incremento médio de 50% entre 1994 e 2004, o índice de valorização das empresas que trabalham com madeira foi quatro vezes maior. Da década de 1970 para cá, o desenvolvimento do setor de produtos florestais só foi superado pelo da indústria petrolífera.
Produtos Florestais no Brasil
Em âmbito nacional, as notícias também são bastante animadoras para o mercado de madeira. Para se ter uma idéia do aquecimento desse segmento, um estudo recente publicado pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) apontou o Brasil como país de maior atrativo para investimentos florestais em toda a América Latina. Dados oficiais do governo federal dão conta de que as cadeias produtivas ligadas a produtos florestais respondem por 4% do PIB (Produto Interno Bruto) e por 8% das exportações brasileiras.
As florestas plantadas - ou seja, aquelas que não são naturais no país - vêm se expandindo a uma razão de 3% nos últimos anos. O Brasil já conta com quase 6 milhões de hectares desse tipo de mata cultivada pelo homem. Mas a esmagadora maioria ainda é destinada a pinus e eucalipto, espécies utilizadas como matéria-prima básica da indústria de celulose e de carvão vegetal. Essas árvores também são utilizadas pela indústria moveleira. No entanto, tem qualidade muito inferior à do Guanandi. Fato que revela o potencial de crescimento da parcela do mercado reservada às madeiras nobres. Segundo reportagem da revista "Exame", de fevereiro de 2008, investidores estrangeiros devem injetar US$ 2 bilhões em ativos florestais até 2012.
O governo federal também vem estimulando os investimentos nesse segmento. Tanto é que criou o Plano Nacional de Florestas (PNF). Entre 2004 e 2007, o Ministério do Meio Ambiente tinha como meta plantar cerca de 2,2 milhões de hectares de florestas, de modo a suprir ao menos 30% da demanda industrial por produtos florestais provenientes de áreas de manejo. O aumento da produção de produtos madeireiros também vem sendo impulsionado pela demanda de importantes segmentos da economia nacional. A área de construção civil, por exemplo, registrou crescimento de 7,9% em 2007 - índice bem superior à da própria elevação de 5,4% do PIB naquele ano. De janeiro a setembro de 2008, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anotou um desenvolvimento de 9,8% da indústria moveleira. De acordo com a Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas (Abraf), a necessidade dessa indústria deve crescer a um ritmo de 3 a 4 milhões de metros cúbicos de madeira por ano.
Mercado externo
As exportações do setor madeireiro brasileiro também vêm caminhando a passos largos. Nos últimos cinco anos, as vendas externas pularam de US$ 2 bilhões para US$ 3,3 bilhões. Só os negócios de madeira serrada - item mais importante na pauta comercial desse segmento - com países estrangeiros tiveram aumento de 9,5% entre 2006 e 2007. Em 2004, o mercado mundial de madeira movimentou 1,6 bilhões de metros cúbicos, gerando US$ 327 bilhões. Estima-se que menos de 5% desse mercado sejam atendidos por madeira certificada. E não há nada que substitua madeira de qualidade. A tendência, portanto, é de valorização cada vez maior.
Clique nos nomes para ir ao Site indicativo. Os endereços e telefones são para os órgãos em Iguape-SP, sede da Ecomuda.
DEPRN - DEPRN Dep Est Proteção Recursos Naturais - Contato: Pca Eng Greenhalgh, 110 Iguape - SP. Tel: (13) 3841-1287 - Atendimento ao público nas 5as. Feiras.
IBAMA - RUA DA SAUDADE, S/N - Bairro: CANTO DO MORRO / IGUAPE - SP CEP: 11920-000 Telefone: (13) 3841 5312 / Fax: (13) 3841 2692 - Fale com Eliel
ESCRITURA - Verifique com a Prefeitura do Município onde você vai comprar sua terra. Leve a planta do local, e verifique se há escritura para o local.
INCRA - Algumas vezes, não há escritura, mas há INCRA e a área pode ser explorada. Para isso, leve a planta e o INCRA para a Prefeitura e verifique se é possível utilizar a terra para fins de plantio. Algumas cidades tem DEPRN local, e podem esclarecer também sobre a possibilidade de plantio.
SEGURO - Há companhias de seguro que fazem um seguro para florestas, que cobre danos causados por secas, ou muita chuva, granizo, etc. Esses seguros não cobrem roubo ou incêndio, até porque é muito difícil comprovar a veracidade dos fatos ocorridos em florestas no meio do nada. O valor fica entre 3% e 4% do valor do investimento, até o quinto ano e 2% a 3% do valor de venda depois do sexto ano. Há donos de floresta que não seguram 100% da área, mas cerca de 10% a 20%, pois o valor é mais baixo, e o seguro cobriria com folga o valor investido. Outro motivo é que após o sexto ano, são poucos os fatores que "estragam" uma floresta, principalmente de Guanandi, que é altamente resistente e adaptável.



